Colégio do Centeio

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14 de fevereiro de 2014

Dia de S. Valentim

 

Para comemorar o dia de S. Valentim, o Colégio lançou mais uma vez o desafio a toda a comunidade educativa de escreverem cartas às crianças e de as colocarem no nosso Correio da Amizade.

Esta atividade teve como objetivo a reflexão sobre o amor, a amizade e os afetos, mas também fazer algo que com a introdução da via digital nas nossas vidas ficou um pouco esquecido – o envio de cartas pelo correio.

No dia de S. Valentim, um carteiro muito especial veio a cada uma das salas de todas as valências, entregar o respetivo correio. Foi com ansiedade que as crianças aguardaram a chegada do seu correio, mas depois houve muitos sorrisos e alegria com as palavras afetuosas que os familiares e amigos lhes enviaram.

Obrigada a todos os que participaram no Correio da Amizade!

 

A equipa do colégio

 

   

06 de janeiro
Dia de Reis…

Segundo a tradição no Dia de Reis come-se bolo-rei!

No dia 6 de janeiro, as valências de creche e pré-escolar confecionaram bolo-rei.

Depois de muito bem amassada pelas educadoras e de ter ficado a levedar durante duas horas, chegou a vez de as crianças colocarem a mão na massa e de cada uma dar forma ao seu bolo-rei.

Primeiro começaram por fazer uma bola com a massa, depois fizeram um buraco no meio e por fim decoraram o seu bolo-rei com as frutas cristalizadas.

Depois de ir ao forno, o bolo-rei foi embrulhado, para que cada criança o pudesse levar para casa e o pudesse saborear na companhia dos seus pais e familiares.

 

 

Por todo o lado já se respira Natal...as luzes, os sons… enfim, a magia desta quadra em que os corações mais se aproximam e o conceito de família se revigora!

O Colégio do Centeio construiu uma agenda especial para uma quinzena comemorativa do Natal, que possibilitará a todos os elementos da comunidade educativa do colégio, participar e usufruir de experiências repletas de espírito natalício.

Esta decorre entre 9 e 20 de dezembro de acordo com a seguinte agenda:

 

10 de dezembro
3.ª feira
11 de dezembro
4.ª feira
13 de dezembro
6.ª feira
14 de dezembro
Sábado
Peça de teatro
“O presente de Natal especial”
Grupo “Espelho Mágico”
Apresentação Musical inter-salas
Expressão Musical, Língua Inglesa e alunos das classes de instrumento
Hora do Conto com o autor David Machado Apresentação do Centeatro – “Natal às escuras” Festa de Natal

“A magia dos contos!”

Entre as 14h30 e as 17h00
Dinamizadores:
União das Freguesias de Setúbal
Dinamizadores:
Alunos do pré-escolar e 1.º CEB
Dinamizadores:
Autor David Machado e Letra Imaginária
Dinamizadores:
Centeatro
Público-alvo:
Pré-escolar
Público-alvo:
Todas as valências
Público-alvo:
1.º CEB
Público-alvo:
Todas as valências
Horário e local:
09h30 no Auditório da Anunciada
Horário e local:
10h30 na grande sala multiusos
Horário e local:
11h00 na grande sala multiusos
Horário e local:
15h30 no ginásio

 

16 de dezembro
2.ª feira
17 de dezembro
3.ª feira
18 de dezembro
4.ª feira
19 de dezembro
5.ª feira
Apresentação “Desejo de Natal” Apresentação “Um sonho de Natal” Apresentação do grupo
“Hip hop & dance”
Concerto de Natal solidário
“Projeto Mi”
Curtas do Festróia
Dinamizadores:
Alunas estagiárias da valência de Pré-escolar
Dinamizadores:
Alunas estagiárias da valência de Creche
Dinamizadores:
Alunas do grupo +6, da atividade “Hip hop & dance
Dinamizadores:
Projeto MI
(Música Intergeracional)
Dinamizadores:
Casa da Cultura de Setúbal
Público-alvo:
Pré-escolar e 1.º CEB
Público-alvo:
Creche
Público-alvo:
Todas as valências
Público-alvo:
Todas as valências
Público-alvo:
Pré-escolar
Horário e local:
10h30 na grande sala mutiusos
Horário e local:
10h15 na bebeteca
Horário e local:
10h30 na grande sala multiusos
Horário e local:
10h30 na grande sala multiusos
Horário e local:
10h30 na pequena sala multiusos
Atividade transversal à Quinzena do Natal
Exposição de trabalhos realizados pelas famílias “Uma coroa de Natal”

 

Regresso ao Colégio

Alegria do reencontro ou tristeza pelo fim das férias?

As férias chegaram ao fim. É altura dos pais regressarem ao trabalho e das crianças voltarem para a creche ou para a escola. Como é que o seu filho enfrentará a “reentré”? Com entusiasmo para rever os amiguinhos ou com tristeza por deixar o bom tempo, as idas à praia, as brincadeiras, a vida sem horários e a liberdade que tinha nos meses de Verão? Se está preocupada com a reacção do seu filho, saiba como prepará-lo para o regresso.

O regresso à instituição escolar, seja ela a creche, a pré-escola ou a escola é sempre acompanhado por um misto de emoções, não só por parte das crianças mas também pelos pais. “Tanto as crianças como os pais são assolados por pensamentos e sentimentos contraditórios. Mas é sobretudo nas crianças que mais se denota tal facto. Elas poderão sentir-se extremamente felizes, pois estão a regressar a um ambiente que lhes é familiar, mas outras poderão sentir-se apreensivas, receosas ou ansiosas”, explica Catarina Leal, psicóloga educacional.

Se para muitas crianças as mudanças que poderão ocorrer com o começo do novo ano lectivo não são muito significativas, para outras poderão ser relevantes e marcar o seu comportamento e desenvolvimento ao longo da vida. “Pode ocorrer a mudança de sala, de educador ou professor, de auxiliares, de colegas ou amigos e até mesmo de regras e exigências. Para estas crianças, a escola passa a ser encarada como um novo desafio, o que as conduz aos estados emocionais referidos anteriormente. É necessário que os agentes educativos – pais, educadores, professores, auxiliares – estejam atentos a quaisquer alterações de comportamento para que consigam agir a tempo. Cabe aos pais e educadores definirem estratégias que conduzam a criança ao seu bem-estar, de modo a que esta possa sociabilizar com os seus colegas e educadores e, realizar com satisfação todas as tarefas que lhe são incutidas”, defende Catarina Leal. Este processo de adaptação pode demorar apenas alguns dias, ou ser bem mais moroso, dependendo da personalidade e da capacidade adaptativa da criança.

Rever os amigos

A maioria das crianças sente-se muito feliz por rever os seus amigos, não sentindo desgosto pelo terminus das férias. Agora é o momento da partilha das experiências vivenciadas ao longo desse período. As crianças sentem-se eufóricas ao descrever tudo o que fizeram, com quem estiveram e os locais que visitaram.

No entanto, Catarina Leal alerta para “as actividades realizadas no período de férias. Há crianças que pouco ou nada fazem, passam as férias ‘fechadas’ em casa, sem fugirem muito à rotina do dia-a-dia do restante ano. Para estes meninos as férias são, como eles próprios designam, ‘uma seca’. Como tal, é obvio que anseiem o regresso às aulas. Porém, também aqueles que vão de férias com os familiares e passam uma temporada fora de casa, que se divertem bastante e que têm o tempo muito ocupado, podem-se fartar das férias. No final, em ambos os casos, as crianças desejam vivamente voltar à escola para que possam fazer novas aprendizagens e refazer actividades já aprendidas mas, sobretudo para poderem rever, estar perto e brincar com os seus amiguinhos de quem tanto gostam e dos quais tiveram tantas saudades”. Regra geral, as crianças podem ficar com saudades das férias mas acabam por prevalecer sempre o desejo e a vontade de reencontrar os amigos.

Preparar o regresso

Nos primeiros dias após o início do ano lectivo, é extremamente normal as crianças passarem por algumas alterações comportamentais, precisamente devido à mudança de horários. “Cabe então aos pais estabelecerem regras que coincidam e complementem as já existentes na escola, para que a criança mais facilmente se adapte ao ritmo do novo dia-a-dia e, desta forma, evite alguns transtornos. São várias as técnicas que podem ser adoptadas pelos pais, mas todas elas, bem como a intensidade com que são aplicadas, dependem da capacidade de adaptação da criança”, defende a psicóloga educacional.

Uns dias antes da escola começar, os pais devem regular o ritmo do sono, tendo em conta as horas que os seus educandos necessitam dormir, ou seja, deverão ‘deitá-los’ mais cedo para que no dia seguinte também os possam acordar mais cedo. “Para as crianças que irão frequentar a pré-escola e que usualmente dormem a sesta, deve ser feito o desmame, isto é, gradualmente, à tarde devem dormir cada vez menos tempo ou em dias alternados, em que nuns fazem a sesta e noutros não, até que deixem por completo a sesta”, adianta Catarina Leal. Os pais devem ter o cuidado de fazer as refeições no mesmo horário em que as crianças comem na escola. “Deve também haver incentivo à realização de algumas actividades pedagógicas para que no início do ano e, ao realizar os seus trabalhos, a criança não se sinta apática e consiga facilmente sentar-se e concentrar-se na sala de aula”, diz-nos a psicóloga educacional.

O choro do primeiro dia

As crianças que choram quando regressam à escola fazem-no basicamente devido à separação dos seus progenitores. “Elas sabem que passarão uma grande parte do dia longe dos seus pais, sem o seu afecto, carinho e atenção. Há também crianças, ainda que em minoria, que pensam que os seus pais as deixam na escola e que já não voltam para as ir buscar. Estas crianças sentem-se abandonadas por aqueles que amam”, defende Catarina Leal. Isto normalmente acontece com as crianças mais novas, até aos cinco ou seis anos de idade, altura em que entram para o primeiro ano do ensino básico. “Para ultrapassar esta situação, terá que haver um trabalho de equipa e muito esforço por parte dos agentes educativos. Eles terão que demonstrar à criança a importância da escola. Podem começar por frisar que ela não irá ficar sozinha, uma vez que irá estar junto dos seus colegas e amigos, que terá alguém a cuidar dela – educadores ou professores – e que os pais voltarão ao final do dia para os levar de regresso a casa”.

Conselhos para os primeiros dias

Deve haver uma conversa franca com a criança sobre o regresso à escola, de modo a tranquilizá-la. Devem ser dados a conhecer todos os benefícios existentes na escola, para que a criança se entusiasme. Os pais podem convidar para a sua casa crianças conhecidas ou amigas que irão frequentar a mesma escola, para que haja posteriormente um bom relacionamento.

 

Por Catarina Leal, Psicóloga Educacional

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