Colégio do Centeio

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15 a 26 de fevereiro

Quinzena "Aqui e lá, Portugal além fronteiras"

 

“As armas e os barões assinalados,

Que da ocidental praia Lusitana,

Por mares nunca de antes navegados,

Passaram ainda além da Taprobana,

Em perigos e guerras esforçados,

Mais do que prometia a força humana,

E entre gente remota edificaram

Novo Reino, que tanto sublimaram;”

 

Os Lusíadas, I, 1

 

Entre os dias 15 e 26 de fevereiro:

 

  •  celebrámos no Colégio do Centeio, a quinzena “Aqui é lá, Portugal além fronteiras”;
  •  explorámos o papel de Portugal  no período dos descobrimentos;
  •  convidámos as famílias a partilhar saberes e experiências;
  •  conhecemos alguns dos países colonizados pelos Portugueses, explorando seus costumes, tradições e influências (portuguesas e vice-versa);
  •  explorámos a presença e a influência dos Portugueses no mundo atual;
  •  trouxemos a comunidade até nós, e assim potenciámos a resposta educativa do colégio;

   

Ver mais imagens da quinzena aqui 

 

A equipa do colégio

Carol Copple in Guia de Pais


Carlos agarra-se às pernas do pai com a energia com que o alpinista segura a corda. Sara começa a soluçar sempre que a mãe se levanta para partir. Do outro lado da sala, Elisa segura um livro com uma mão enquanto a outra aperta o urso de peluche preferido. Rogério parece um cãozinho atrás da professora, agarrando-lhe as saias sempre que pode. E António, no canto dos brinquedos, empurra todos os que ousem aproximar-se da sua construção de cubos. Ontem, estas eram crianças felizes e bem–comportadas. 

Porque é que hoje estão assim?

É o seu primeiro dia de escola. 

Nem todas as crianças encaram a escola com receio ou têm um comportamento diferente do habitual. De facto, para muitas a transição de casa ou do infantário para o jardim de infância ou escola primária faz-se geralmente sem problemas. Mas todas experimentam sensações novas quando a escola começa. Deixaram a segurança e a familiaridade da casa ou do infantário  mergulharam num mundo estranho, bastante mais estruturado. Isto pode assusta-las, até mesmo angustiá-las. Em casa as crianças têm rotinas flexíveis: comem quando têm fome, descansam quando estão cansadas. Têm brinquedos à sua volta e uma parte importante da atenção dos adultos. Mas no primeiro dia de escola este ambiente seguro fica para trás. Para o adulto a sala de aula parece agradável e convidativa (Brinquedos! Crianças! Papéis! Lápis de todas as cores e feitios! Mas aos olhos da crianças a sala de aula surge como um mundo de regras a aprender. E ainda por cima a mãe quer deixá-la sozinha ali! E quando voltará? Porque é que ela a deixa ali sozinha?

Angústia, medo, insegurança são reações normais à separação dos familiares, à mudança de local e de rotinas. Esta entrada num novo mundo é uma grande mudança para a criança, quer seja o jardim de infância ou a escola primária. As crianças que já frequentaram infantários podem estar mais familiarizadas com as regras escolares, mas também têm de se adaptar quando a escola começa. Sair do infantário para a escola significa conhecer uma nova professora, novos amigos, uma pilha de novas perspetivas. Os pais podem tornar mais fácil esta adaptação. Aqui apresentamos alguns conselhos já postos em pratica, que certamente tornarão mais agradáveis os primeiros dias de escola da criança.

Antes da escola começar

Há algumas coisas que pode planear e fazer nas semanas anteriores ao início das aulas. 

Visitar a escola: um meio de ultrapassar o receio da criança pelo desconhecido e torná-lo conhecido. O modo mais fácil de o fazer é planear um passeio à nova escola antes das aulas começarem.

Algumas escolas proporcionam atividades de receção. Se a escola para onde vai a criança o faz, tire partido disso. Se não existirem estas atividades, tente conhecer a nova professora e apresenta-la à criança. Pode ter pensado visitar a escola durante as atividades normais. Mas nestas circunstâncias a criança teria menos tempo para explorar a sala e conhecer a professora. Além disso a algazarra de 20 crianças poderia ser intimidante. Ver a sala de aula vazia e uma professora disponível é um meio mais calmo de introduzir a criança no seu futuro novo espaço. 

Visite calmamente a sala e a escola e vá perguntando à criança o que é que ela poderia fazer aqui e ali. A mãe da Andreia tirou fotografias aos cantinhos da sala e ao pátio e ajudou-a a fazer o «guião» da sua nova escola. Com as fotografias e um plano de atividades oferecido pela professora, imitaram em casa um dia de escola e foram conversando sobre o que a Andreia poderia fazer na escola.

Ler livros sobre a escola com a criança. É excelente a leitura de histórias sobre situações de início de aulas, não só para informar as crianças sobre o que vai acontecer mas também para as ajudar a exprimir receios e inseguranças. Há muitos livros sobre este tema que abrangem quase todas as situações imagináveis. 

Se possível, fazer com que a criança conheça anteriormente os seus novos companheiros de sala. Pergunte quem está inscrito na classe e convide uma ou duas que conheça vagamente para brincarem em sua casa antes das aulas começarem.

Conhecer com antecedência a maneira de trabalhar da professora nas primeiras semanas de aulas. Os pais podem permanecer algum tempo na escola, nos primeiros dias? Algumas escolas desejam que os pais fiquem de fora, outras consideram que a criança deve adaptar-se gradualmente à nova situação e permitem que os pais prolonguem a sua estadia, no primeiro ou no segundo dia: «Os pais que trabalham podem procurar reservar algum tempo livre para estes primeiros dias», sugere Susan Dranitzke, responsável por um serviço de apoio a professores e famílias. «É preferível regular a hora da partida pelas necessidades da criança do que pelo relógio de ponto», acrescenta.

Fazer preparativos solenes na noite anterior. Por exemplo, escolha com a criança as roupas que esta vestirá no dia seguinte. Pode ser boa ideia oferecer para esse primeiro dia de escola algo de especial, ou particularmente confortável.

No primeiro dia

Quando chega o grande dia, há muitas coisas que pode fazer para o tornar o mais agradável possível.

Deixar a criança levar para a escola o seu brinquedo preferido. A separação pode ser mais fácil se a criança tiver perto de si algo de que goste muito. Um brinquedo familiar dá-lhe uma sensação de segurança e de continuidade. A posse de um brinquedo pode também ajudar a estabelecer a conversa com as outras crianças, mostrando-o. (Mas atenção: nem todos os professores aprovam esta situação, procure informar-se antes.)

Ser pontual. Parece uma coisa sem importância mas os pais devem procurar chegar a horas – mesmo um bocadinho mais cedo (procure saber a partir de que horas a criança pode chegar à escola). Chegar a tempo ode exigir um esforço especial, sobretudo nestes primeiros dias de aulas com mais movimento do que o habitual. Mas quando a criança chega à escola de roupas desalinhadas, nervosa pelo atraso, e encontra a sal já repleta de crianças em plena atividade, ficará certamente mais ansiosa e receosa.

Chegar a horas é importante também no final do dia. Logo que os pais começam a vir buscar os filhos, a criança preocupa-se se não vê chegar os seus. Se você é o último a chegar a criança poderá sentir-se abandonada. Assim procure estar na escola quando acabam as aulas.

Na sala

Na sala, se ficar uns momentos mais nos primeiros dias, procure ser natural. Se for convidado, participe nas atividades; noutro caso sente-se e entretenha-se com a leitura de um livro ou revista. Você deseja observar as atitudes do seu filho mas se o fizer abertamente a criança poderá dar por isso. Se estiver a ler ou a folhear, a criança sentirá que está fisicamente perto mas não se sente observada diretamente. 

Quando a criança choraminga e não sai do seu lado, alguns pais pensam que devem assumir atitudes firmes: «Vamos lá, um menino não chora!» ou «Já és uma mulherzinha! Vai brincar com as outras meninas.» Outro, que têm também eles próprios dificuldades em encarar a separação, reforçam as atitudes de dependência da criança («Coitadinho! Ainda é tão pequenino!»). Uma maneira mais sensata, que prepare a criança para se juntar em breve ao resto da classe, é a de pouco a pouco diferenciar interesses e atitudes: «Está bem, Tiago, vamos fazer uma combinação. Escolhes um dos teus livros para leres, ou um jogo para fazeres enquanto eu leio o meu jornal». 

Informe a criança quando deixar a sala. Seja no primeiro dia ou no terceiro ou quarto, chegará a altura em que deixa de ficar na escola. Muitos pais pensam que devem sair discretamente, sem serem vistos pela criança. Mas esta saída súbita pode trazer mais problemas do que os que pretende evitar. Quando a criança descobre que você já não está, pode sentir-se abandonada. E desde que você desaparece quando ela não está a ver, pode recear, na escola ou noutras situações, deixar de ver de repente a figura familiar e ainda mais se ligará a si. É realmente importante dizer à criança que se vai embora. 

Explique com clareza para onde vai e quando voltará. Informar a criança de que vai ao supermercado comprar refeições ou de que vai trabalhar, de que voltará às tantas horas e que na escola sabem a morada de casa e do emprego, ajuda-se a criar uma imagem mental sobre o que está a fazer na sua ausência e quando voltará. Deste modo dá-lhe algo de concreto para ela pensar sobre si quando está longe. 

Os pais devem saber que a ida de uma criança para a escola afeta todas as outras crianças do agregado familiar. O irmão ou a irmã mais velhos podem sentir que todas as atenções vão para o «incidente», ou que já não são os únicos que andam na escola. Podem exprimir estes sentimentos fazendo troça («ainda estás na infantil, até tens de dormir a sesta»), ou aumentando os seus medos («se fazes alguma coisa mal, vais ver o que te acontece!»).

Reaja com bom-senso a estes ressentimentos, pedindo a sua ajuda: «a tua irmã nunca foi para a escola. Porque é que não lhe contas as coisas que gostas de fazer lá?»

Os irmãos mais novos que continuam em casa precisam de uma atenção especial. De repente perderam um companheiro de brincadeiras, têm de encarar a separação. Tente introduzir algumas atividades diferentes no seu dia a dia. Seja o que for que fizer, esteja disponível para partilhar a excitação da criança, para responder às suas dúvidas e necessidades de adaptação.

As primeiras saídas dos filhos do lar familiar trazem por vezes alguns sentimentos de perda para os pais. Mas também são motivo de orgulho e alegria: a criança está a crescer!

setembro de 2015

De acordo com o Decreto Lei 153/2013, que define o Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo, Seção III, artigo 8.º, o Ministério prevê a celebração de Contratos com os Estabelecimentos Particulares, com o intuito de promover “(…) a garantia da liberdade de escolha e da qualidade da educação e formação, de cooperação e de apoio às famílias, designadamente as menos favorecidas economicamente”. Tendo por base o Despacho nº 6514/2009, compete ao estado “(…) apoiar as famílias no exercício dos seus direitos e no cumprimento dos seus deveres relativamente à educação dos filhos, promovendo progressivamente o acesso às escolas particulares em condições de igualdade com as públicas, o Ministério da Educação continua a apoiar as famílias que optam por estabelecimentos de ensino particular e cooperativo”. 

O Estado, através do Ministério da Educação, celebra Contratos Simples, dirigidos anos níveis de ensino 1º, 2º e 3º Ciclos e Ensino Secundário e Contratos de Desenvolvimento, dirigidos à Educação Pré-Escolar (ambos na modalidade de apoio à família), com as entidades titulares de estabelecimentos de ensino particular cooperativo.

Anualmente as famílias interessadas poderão iniciar um processo de candidatura aos referidos contratos, processos esses que serão analisados e avaliados pelo Ministério da Educação.

Novembro de 2014

São Martinho

 

No dia 10 de novembro, pela manhã, o grupo de auxiliares de ação educativa apresentou o Teatro da “Lenda de São Martinho” a todas as valências do Colégio. O teatro foi realizado com sombras chinesas e, como não podia deixar de ser entrou o nosso conhecido cavaleiro romano, o Martinho, pela sua boa ação para com o mendigo que encontrou quase sem roupa à beira da estrada. Esta lenda prevaleceu até aos dias de hoje e, quase como para não nos esquecermos da boa ação do soldado Martinho, todos os anos temos durante o mês de novembro, pelo menos três dias de sol. O tão conhecido Verão de S. Martinho.

No final da tarde do dia 11, tínhamos marcado um lanche convívio com crianças, famílias e a equipa do colégio, contudo por motivos meteorológicos adversos, não nos foi permitido a realização deste momento.

No entanto, para não deixarmos de assinalarmos esta data, no lanche da tarde foi proporcionado um momento de convívio entre todas as valências do Colégio. Para o lanche tivemos algumas iguarias que alguns pais nos trouxeram e ainda comemos alguns bolos caseiros, batatas doces assadas, entre outras coisas confecionadas pela nossa empresa de alimentação, a Eurest. Também cantámos, em conjunto, algumas canções relacionadas com o outono, o magusto e as castanhas que a professora de educação musical ensinou nas últimas aulas. Tivemos assim, um lanche muito agradável no qual todas as valências tiveram a oportunidade de celebrar o Magusto.

 

 

   

A equipa do colégio

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