Colégio do Centeio

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Representação das abelhas e dos favos de mel

Depois de termos ficado a conhecer as diferentes abelhas (a rainha, as obreiras e os zangões), escolhemos aquela que mais gostámos para fazermos a sua representação a três dimensões.

As amigas crescidas forraram balões com papel para termos a “matéria prima” para fazermos as abelhas. Coube-nos então a pintura do corpo das abelhas, usando o pincel, e também de alguns pormenores como as riscas e os olhos, usando os dedos.
Para além de termos feito a representação das abelhas, também tentámos representar os favos de mel.

Para representarmos os favos de mel, espalhámos a tinta amarela em cima de um plástico com uma textura rugosa (bolinhas de ar). Depois de explorarmos a textura da tinta e do plástico, colocámos uma folha em cima da tinta e nela ficaram impressos os favos de mel. 

 

   

O bolo de mel da mãe Marta

Depois dos avós do Martim nos terem oferecido um frasquinho de mel, no dia 22 recebemos a visita da mãe Marta (mãe do Duarte) que veio à sala lilás para partilhar connosco uma receita em que o ingrediente principal é o mel.

Foi um bolo de mel que a mãe Marta, com o nosso apoio, esteve a fazer.

Depois de cozido, ao lanche o bolinho estivemos a provar!

Aqui fica a receita para, também lá em casa, o bolo de mel poderem preparar.

4 ovos inteiros
2 chávenas de açúcar
2 colheres de sopa de mel
2 colheres de chá de canela
2 colheres de chá de bicabornato de sódio
2 colheres de sopa de margarina
2 chávenas de leite
2 chávenas de farinha

Mistura-se tudo muito bem com a varinha mágica (o leite morno deita-se no final). Vai ao forno numa forma com buraco. 

 

   

As abelhas e o mel

Foi no dia 20 que, durante mais um dos nossos passeios à “Quintinha Pedagógica do Avô Zé”, encontrámos os avós do nosso coleguinha Martim.

Tinham algo novo para nos mostrar e contar…

Falaram-nos sobre abelhas, mostraram-nos uma colmeia, favos de mel e alguns acessórios que os apicultores usam na recolha do mel.

Aquilo que mais nos preocupou foi o facto das abelhas picarem e passámos o tempo a tecer comentários sobre isto (“Elas não picam!, Elas são nossas amigas!, Elas picam!...”), o que gerou alguma discussão!

No final, só faltava mesmo ficarmos a conhecer o mel que os avós do Martim produzem na sua quinta. Para além de o observarmos, também tivemos oportunidade de o provar. Foi com a boca bem doce que a conversa sobre mel e abelhas foi terminar!

 

   

Um dia dedicado ao ambiente!

O dia 15 de abril é o Dia Mundial da Conservação dos Solos e a turma do 3º ano fez algumas recolhas de solo, nos diferentes espaços do colégio, que partilhou connosco.
Depois das recolhas feitas, foi na 6ª feira que, três crianças da turma do 3º ano, vieram à nossa sala para nos oferecerem quatro amostras de solo. Descobrimos que aquilo a que os meninos crescidos chamam de solo é o mesmo a que nós chamamos de terra. Também descobrimos que existe terra escura e outra mais clara e que é na terra escura que devemos fazer as nossas plantações.

Na sequência deste momento…

Resolvemos recordar a história que a mãe Rita (mãe do Miguel) nos veio contar porque foi através dessa pequena história que ficámos a saber que não devemos deitar lixo para o chão. Tal como dizia a pequena canção que a mãe Rita nos cantou, “o lixo é no caixote”.

Foi então que a Lara nos mostrou uns “caixotes” diferentes porque eram coloridos. A cada um dos ecopontos correspondia um tipo de lixo diferente e nós experimentámos separar o lixo colocando o plástico no ecoponto amarelo, o vidro no verde, o papel e cartão no azul.

Decidimos então ir dar um passeio até ao sobreiral para vermos o que por lá anda a acontecer…

Quando lá chegámos, ficámos todos muito surpreendidos porque estava tudo cheio de lixo e a primeira coisa que nos ocorreu foi que, tal como na história da mãe Rita, os meninos tinham estado ali a fazer um piquenique e deixaram o lixo todo no chão.

Quando começámos a recolher o lixo, apareceram três ecopontos muito sorridentes que eram o pai, a mãe e a tia da Beatriz. Foi com a ajuda dos “ecopontos humanos” que conseguimos recolher e separar todo o lixo de forma lúdica.

 

   

   

Plantações na horta

Finalmente os dias de sol chegaram e o desejo de irmos lá para fora brincar é ainda maior!

As amigas crescidas têm andado a reparar que, no geral, não somos muito apreciadores de saladas. Cada vez que uma folha de alface aparece no nosso prato, rapidamente a tentámos “expulsar”, atirando-a para cima da mesa ou para o chão, ou então usámo-la para brincar. Foi por esta razão que, surgiu um grande desafio…

O desafio que nos foi proposto foi o de irmos à horta plantar alfaces e tomateiros para, depois das plantas crescerem, fazermos uma bela salada de alface e tomate. O desafio foi aceite com muito agrado e saímos da sala muito satisfeitos com a importante tarefa que tínhamos em mãos.

Depois de, cada um de nós, ter plantado o seu “pé de alface”, decidimos ir à estufa para vermos o que aconteceu às nossas faveiras e ervilheiras.

No meio de um canteiro com plantas muito altas e verdinhas, favas e ervilhas fomos encontrar. A Margarida apanhou algumas que nos deu para as podermos observar.
Foi também dentro da estufa que encontrámos uma alface gigante. Era tão grande que, com os animais da quinta, algumas folhas quisemos partilhar!

De regresso à sala, as favas e as ervilhas estivemos a descascar e, os mais curiosos, as ervilhas, mesmo sem estarem cozidas, quiseram provar. Talvez as nossas ervilhas, por serem nossas, tenham um gosto especial!

 

   

   

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