Colégio do Centeio

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Os BEBÉS à descoberta do SOBREIRAL!

Com o “bom tempo a espreitar”, novos espaços do nosso colégio resolvemos visitar. Desta vez, fomos passear para o nosso SOBREIRAL e, logo no início da caminhada, encontrámos uma casinha de madeira que num dos muitos sobreiros foi construída. Nela quisemos entrar e foi lá que comemos a fruta da manhã. Enquanto comíamos, escutávamos o som dos passarinhos que por ali iam passando.

Deixámos a casinha de madeira e continuámos a caminhar de mão dada a um coleguinha. Esta é uma regra que estamos a aprender e que nestes pequenos passeios vamos praticando!

Observámos as árvores, escutámos os pássaros e sentimos as ervas que nas nossas perninhas iam fazendo algumas cócegas. Como o passeio já ia sendo longo, à nossa sala resolvemos voltar para lá a brincadeira continuar!

 

   

“Capuchinho Vermelho”

As amigas Sara e Filipa prepararam para nós uma história muito especial que já, noutras ocasiões, tinha despertado a nossa atenção. Foi a história do Capuchinho Vermelho que, com pequenos fantoches de dedo, nos contaram. Enquanto as personagens apareciam alguns comentários surgiam: “o Capuchinho Vermelho”, “olha, olha é o lobo!”…

Mais uma vez deixamos que a magia dos contos tradicionais entrasse na nossa sala. Mas, para além de nos contarem a história, as nossas amigas crescidas ainda nos cantaram a canção do Capuchinho Vermelho (“Pela estrada a fora, eu vou bem sozinha…”).

Os nossos dedinhos curiosos estavam desejosos de tocar nos fantoches e foi o que fizemos a seguir.

Surgiu então a proposta de fazermos uma pintura com tinta vermelha. Mas, a novidade foi que, em vez de pintarmos com a folha num plano horizontal, usamos o cavalete. Gostámos tanto desta novidade que foi difícil conseguirmos parar de pintar para darmos a vez aos coleguinhas.

 

 

 

Uma flor...

Com movimentos subtis e delicados, uma flor, mesmo à nossa frente, cresceu. Estava escondida debaixo da terra (lençol de pano) que ligeiramente se começou a agitar e a pequena flor, aos poucos, a espreitar. As suas raízes cresceram, tornaram-se fortes, e o caule também. Ganhou muitas folhas que, de tantas que eram, soltou pelo ar a voar. Estava tão feliz a nossa flor que começou a rodopiar e um jardim inteiro decidiu pintar.

Foi esta pequena história, sobre o crescimento de uma flor, que a nossa educadora pretendeu representar através de uma dramatização com movimento, música e cor. A combinação de todos estes elementos fez com que ficássemos completamente concentrados e fascinados com aquilo que estava a acontecer ali mesmo à nossa frente. Depois, juntos, ao som de música clássica, o lençol experimentámos agitar. Só faltava mesmo ajudarmos a “flor” a colorir, ainda mais, o jardim e, para isso, com os pés molhados em tinta, em cima de tiras de papel experimentámos caminhar.

 

   

 

A Primavera chegou!

A Primavera chegou e com os primeiros raios de sol, no início da semana, nos presenteou. Decidimos então ir até à quinta plantar alecrim, poejos e dois diospireiros. Era grande a euforia de estarmos na rua todos juntos a passear e, pelo caminho, os adultos foram-nos mostrando alguns sinais da chegada da Primavera (as flores, as borboletas…). A euforia foi ainda maior quando chegamos à “Quintinha Pedagógica do Avô Zé” e nos deparámos com os animais que lá vivem. De imediato tentamos entrar em contacto com eles metendo os dedinhos nos buraquinhos da rede da capoeira das galinhas. Soltávamos gritinhos de emoção quando os animais se aproximavam e não perdemos a oportunidade de fazermos festinhas a um patinho.

Com a ajuda do “avô Zé” fomos então fazer as plantações e continuar a aproveitar para desfrutar desta grande oportunidade de estarmos em pleno contacto com a natureza.

 

 

 

Quando as mãos desatam a brincar…

Duas mãos muito brincalhonas chegam à nossa sala e começam a conversar… Um pequeno poema tinham para declamar e canções sobre dedos e mãos para cantar. Com as nossas mãos descobrimos que podemos dar festas e mimos, fazer adeus e até atirar beijinhos. Muitas outras coisas fazemos com elas e, para as exercitarmos, experimentámos brincar com massa de cor.

“A mão”
Tenho uma mão pequenina…
Tu tens uma igual à minha!
Faço festas, faço mimos
Não bato mesmo a ninguém,
A tua é assim também?

 

 

 

 

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