Colégio do Centeio

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As Janeiras

“Cantar as Janeiras é uma tradição em Portugal que consiste no cantar de músicas pelas ruas por grupos de pessoas anunciando o nascimento de Jesus, desejando um feliz ano novo. Esses grupos vão de porta em porta, pedindo aos residentes as sobras das Festas Natalícias. A tradição geral e mais acentuada, é que grupos de amigos ou vizinhos se juntem, com ou sem instrumentos (no caso de os haver são mais comuns os folclóricos: pandeireta, bombo, flauta, viola, etc.). Depois do grupo feito, e de distribuídas as letras e os instrumentos, vão cantar de porta em porta pela vizinhança.

Terminada a canção numa casa, espera-se que os donos tragam as janeiras (castanhas, nozes, maçãs, chouriço, morcela).”

Sendo as Janeiras uma das nossas tradições e, como forma de transmitir às crianças alguns costumes do nosso país, no passado dia 22 de janeiro estava previsto irmos cantar as Janeiras ao centro de dia de Vanicelos. Contudo, como teríamos de fazer o percurso até lá a pé e, estava a chover, não foi possível realizar esta atividade.

No entanto, a equipa refletiu e decidimos realizar a atividade no ginásio do colégio e cantar para a restante comunidade educativa (creche e 1º ciclo)… os nossos “vizinhos”.

Uma das músicas escolhidas pela professora Sandra foi o “Natal dos Simples” de Zeca Afonso e a outra o “Alecrim”.



Natal dos Simples (Zeca Afonso)
Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras

Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas

Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte

Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra

Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza

Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura

Festa de Natal “No Bosque Encantado”

Este ano o natal chegou bem cedo ao Colégio do Centeio!

No dia 8 do mês de dezembro, as nossas portas abriram-se para proporcionar às nossas crianças e respetivas famílias uma viagem ao “Natal no Bosque Encantado”. Pelas 14h00 começou a viagem por um mundo mágico de fadas, duendes, com o pai e a mãe Natal, a Estrunfina, a Alice, o Chapeleiro e a Lebre de Março, o Peter Pan, a Sininho, o Chefe Índio e o Capitão Gancho, a Capuchinho Vermelho, a Avózinha, um Mimo, Hansel e Gretel e a sua casinha de chocolate....todos dispersos pelo espaço exterior do colégio, com muitas atividades bem divertidas para animar as crianças e os adultos.

 

    

 

Tivemos também a representação de alguns parceiros do colégio, nomeadamente a instituição solidária S.O.S. Bebé, para recolha de bens não perecíveis, a Letra Imaginária e o Madscience, que mostrou o lado divertido da ciência através da realização de algumas experiências.

 

 

 

Para completar esta maravilhosa festa havia também alguns pontos de venda de guloseimas, nomeadamente castanhas assadas, algodão doce, pipopcas, farturas e bolos!!

Foi uma tarde muito bem passada, de convívio e alegria.

Obrigada a todos os que estiveram presentes por nos terem ajudado a tornar este momento mágico memorável!

 

 

“O NABO GIGANTE” – Visita da Alexandra, mãe do Tomás Rosa

Na sexta-feira da semana que passou, tivemos mais uma visita no âmbito do projeto que estamos a realizar em parceria com os pais. A Alexandra, mãe do Tomás Rosa, veio à sala amarela contar-nos a história “O Nabo Gigante” de Alexis Tolstoi e Niamh Sharke e, ainda teve a preciosa ajuda do Tomás, que a ajudava a “ler”.

“O Nabo Gigante” é um conto popular original russo, recolhido e adaptado por Alexis Tolstoi no século XIX.

Fica um pequeno resumo da versão editada pela editora Livros Horizonte:

Era uma vez uma velhinha e um velhinho que viviam numa casinha velha e torta… eles tinham cinco gansos… três gatos… uma vaca castanha… seis canários amarelos… dois porcos… e quatro galinhas sarapintadas.

Os velhinhos foram semear ervilhas, cenouras, batatas, feijões e nabos.

Depois, passaram muitos dias e o velhinho foi tirar o nabo da terra… e o nabo era muito gigante!… ele tentou arrancar o nabo mas não tinha força… e foi chamar a velhinha.

Eles não conseguiram e chamaram a vaca castanha… puxaram com muita força mas não conseguiram… e chamaram os dois porquinhos barrigudos e não conseguiram… e chamaram os três gatos pretos para ajudarem… mas não conseguiram… e depois um gato foi chamar as galinhas sarapintadas… e não conseguiram.

Depois chamaram os cinco gansos… e já estavam todos cansados… e a velhinha teve uma ideia… foi buscar um bocadinho de queijo para caçar… um rato.

Levou o rato para ajudar a puxar o nabo… fizeram muita força… e o nabo saiu da terra e eles caíram para trás… o velhinho caiu em cima da velhinha… a velhinha caiu em cima da vaca… a vaca caiu em cima dos porcos… os porcos caíram em cima dos gatos… os gatos caíram em cima das galinhas sarapintadas… as galinhas caíram em cima dos gansos… e os gansos caíram em cima dos canários… e os canários caíram em cima do rato… Depois os velhinhos fizeram uma panela de sopa de nabo… e todos comeram a sopa… e o ratinho também!

 

 

 

Como a história tinha uma sequência de personagens que iam ajudando o velhinho a puxar o nabo, a Alexandra deixou-nos a proposta de desenharmos estas personagens e, em seguida de as colocarmos pela ordem correta. E, à tarde foi o que fizemos… alguns desenharam as personagens e, depois de recortadas e pintadas, foram coladas, por ordem a seguir ao nabo gigante!

Quando o tempo melhorar, iremos à nossa horta semear nabos… ficaremos à espera de que também como o velhinho desta história, nasça um nabo gigante! Pensando melhor, talvez seja melhor não, pois teríamos de andar a comer sopa de nabo por um mês!

 

 

 

Uma curiosidade…

Como surgiu a dúvida, se o autor deste conto seria o Tolstoi que estávamos a imaginar, fica o esclarecimento:

Alexis Tolstoi (não confundir com o conhecido Leon Tolstoi), nasceu em São Petersburgo a 5 de Setembro de 1817 e morreu a 10 de Outubro de 1875. Foi um poeta russo, dramaturgo e romancista. Ficou conhecido por algumas obras como "O vampiro", " A morte de Ivan o Terrível", " O cavaleiro de prata", "O czar Boris"... e outros romances históricos.

Graduou-se na Universidade de Moscovo em 1836 e passou a maior parte da vida na corte do Czar, servindo como Mestre de Cerimônias e mais tarde como Grão-Mestre da Tapada Real. Aposentou-se do serviço em 1861 para dedicar mais tempo à escrita, sobretudo poesia e escrita de contos, alguns para crianças.


Fica um endereço na internet onde poderão ver o texto e as ilustrações:

http://www.slideshare.net/crebi

 

  

 

Muito obrigada, Alexandra por ter enriquecido o nosso projeto!

Visita ao Centro Cultural de Belém – “Bemóis e outros Bicharocos”

Na quarta-feira, dia 14 de novembro visitámos o Centro Cultural de Belém. No período da manhã fomos ver a peça “Bemóis e outros Bicharocos”.

A música contemporânea é um bicho, um bicharoco...

Estas histórias escritas por Judite Fernandes contam as peripécias do Elias, um chicharrinho do mar dos Açores que luta contra as insónias; da aranhita Sofia, que quer viver num sapato porque não consegue fazer teias; da Pupa, uma linda borboleta que se depara com as dificuldades e as intempéries do dia-a-dia. Estas histórias passaram à partitura, partilhando o conceito de uma escrita aberta a vários estilos musicais, sonoridades e texturas, num exercício de levar o público a gostar da música contemporânea e a degustá-la.

 

  

 

À tarde e, depois de almoçarmos no jardim da Fábrica das Artes fomos visitar livremente a exposição temporária que se encontra neste momento no Museu Coleção Berardo – Hélio Oiticica – “O Museu é o Mundo”.

A obra de Hélio Oiticica (1937 – 1980), que tem vindo a ser descoberta fora do Brasil, configura um dos momentos mais significativos do século XX. A exposição “Hélio Oiticica - museu é o mundo” constitui a mais ampla retrospetiva do artista com 117 obras, sendo algumas delas apresentadas nos espaços exteriores do Museu Coleção Berardo. Hélio Oiticica desenvolveu desde 1955 um percurso notável. Partindo da abstração neoconcretista, procurou explorar novas vias para a pintura fora do quadro, criando dispositivos imersivos para o espetador, como os Penetráveis, ou os Parangolés, suscetíveis de serem vestidos. As suas instalações Tropicália e Éden deram às experiências concretistas uma viragem etnológica e política, a par da reclamação de uma outra relação com o tempo e o prazer.

 

 

De forma rápida, ainda entrámos no Museu Coleção Berardo, contudo foi mesmo a exposição de Hélio Oiticica que todos gostaram mais de visitar durante a tarde.

Foi um dia muito divertido e com muitas aprendizagens!

“A FADA DA COR”

Na segunda-feira, dia 15 de outubro, a Marta vestiu-se de fada para nos contar a história: “A FADA DA COR”, de Diana Dias. Este livro conta-nos a história de uma menina que vivia numa aldeia onde tudo era cinzento e ela sonhava como seria viver num mundo com cor. Contudo, um certo dia esta magia acontece e duas borboletas transformam a sua aldeia cinzenta numa aldeia cheia de cor, tal como o arco-íris!

 

 

 

 

Depois de ouvirmos a história contada pela Marta, pensámos em pintar um cenário com a aldeia onde vivia esta menina e pintá-la tal como ela era, ou seja, toda cinzenta! No entanto, todos concordámos que a aldeia seria mais bonita se fosse colorida, pois todos nós gostamos muito mais de viver num mundo com cor!

Então, a Sónia deu-nos a conhecer um artista plástico muito famoso, o Jackson Pollock (Cody, Wyoming, 28 de janeiro de 1912 — Springs, 11 de agosto de 1956) que ficou conhecido por desenvolver uma técnica de pintura, criada por Max Ernst, o 'dripping' (gotejamento), na qual respingava a tinta sobre suas imensas telas; os pingos escorriam formando traços harmoniosos e pareciam entrelaçar-se na superfície da tela.

E, foi utilizando esta técnica que finalmente a aldeia cinzenta onde vivia a menina ficou cheia de cores vivas e alegres!

 

   

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