Colégio do Centeio

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Abril de 2015

Construção de um terráreo

 

Algumas das crianças mais velhas da sala amarela sugeriram que fizéssemos um terrário na sala para podermos colocar alguns caracóis/caracoletas, de forma a pudermos observar os seus hábitos e o seu ciclo de vida mais de perto.

Desta forma, quase no final da semana, partimos para um passeio ao nosso exterior com o objetivo de encontrarmos alguns caracóis e caracoletas. Decidimos que como o espaço que tínhamos na sala para fazer o terrário não é muito grande só poderíamos trazer uma caracoleta e um caracol.

Para que possam fazer um terrário em vossas casas, e de forma a puderam observar o ciclo de vida completo destes animais, deixamos as instruções. Sendo assim, a experiência deve ter início no Outono e terminar no fim do Inverno.

Vamos precisar de:

1.Duas caracoletas adultas

2.Uma caixa de plástico transparente

3.Terra para plantas de vaso

4.Borrifador de água

5.Um quadrado de papel de cozinha humedecido e amarfanhado para reter a humidade

6.Uma folha grande seca de plátano ou de carvalho

7.Alimento para as caracoletas: folhas de alface ou de nabiça e rodelas de cenouras

8.Caderno de naturalista e um lápis

Recolher duas caracoletas adultas e anotar o local onde viviam.

Observar como as caracoletas se alimentam colocando-as num prato de plástico com alface humedecida.

Identificar as caracoletas através das suas marcas naturais ou pintando a sua concha.

Desenhar no caderno de naturalista as duas caracoletas, e posteriormente as descobertas que farão através do terrário (o seu comportamento, cocó, o rasto, os ovos, os caracolinhos).

Preparar o terrário. Cobrir o fundo da caixa com dois dedos de terra de jardim. Afastar a terra junto a um dos cantos e colocar aí o papel amachucado. Colocar o alimento para as caracoletas sobre a terra. Borrifar a terra e o alimento e cobri-las com folha de plátano. Colocar as caracoletas sobre o alimento e cobri-las com folhas de plátano. Fechar a tampa.

A cada dois dias deve fazer-se a manutenção do terrário. Limpar as paredes, retirar o cocó das caracoletas e colocar-lhe novo alimento. Mudar o papel de cozinha e a folha seca a cada semana. As folhas podem ser lavadas e reutilizadas.

No final do Outono e início do Inverno, as caracoletas deverão depositar os ovos. Irão observar um aglomerado de pequenas contas brancas no fundo da caixa. Os caracolinhos nascerão daí a duas ou três semanas.

No final do Outono e início do Inverno, as caracoletas deverão depositar os ovos. Irão observar um aglomerado de pequenas contas brancas no fundo da caixa. Os caracolinhos nascerão daí a duas ou três semanas.

Na Primavera, quando tiverem cerca de 1 a 1,5cm será o momento de os libertar na natureza, assim como as caracoletas adultas, no mesmo local onde foram recolhidas.

Raquel Gaspar (In “Caracol, caracol, põe os pauzinhos ao sol”)

 Outra atividade que também podem fazer em vossas casas é fazer uma coleção de conchas, pois em Portugal existem 87 espécies de caracóis terrestres. Ao recolher as conchas dos caracóis que encontrarem pela natarureza podem observar as diferenças e semelhanças entre elas. Agrupar as conchas por espécie e, dentro da mesma espécie, por caraterística.

Mãos à obra, “pequenos malacólogos”! 

  

  

A equipa de sala

 

Abril de 2015

Um verdaeiro "Ristorante Italiano" na sala amarela

 

À boleia de um dos pratos mais adorados pelas crianças, no final do mês de abril, decidimos em conjunto com a aluna estagiária Joana ensinar a confecionar pizzas na sala amarela.

Cada criança escolheu os ingredientes que queria, de forma a aprender a conjugá-los na cobertura da pizza.  Depois de estenderem a bolinha de massa e de terem colocado o molho de tomate, os pequenos chefes puderam fazer a sua própria pizza. A Joana propôs ainda que cada criança fizesse um chapéu de cozinheiro personalizado, de modo a estar vestido a rigor para a confeção do seu almoço.

Ao almoço, todos se deliciaram com as pizzas e, neste dia nem foi preciso que os adultos ajudassem as crianças a comer!

      

A equipa de sala

 

Março de 2015

Quinzena:  “Portugal, costumes e tradições”

 

Entre os dias 9 e 20 de março comemorámos no Colégio a quinzena “Portugal, costumes e tradições”. Nesta quinzena participaram todas as valências da nossa escola.

De forma a podermos explorar melhor a identidade histórica e cultural do nosso país, cada sala investigou uma zona de Portugal. À sala amarela coube o Alentejo e, começámos por observar imagens típicas desta zona e tentar reproduzi-las. Falamos ainda da gastronomia, do vestuário, da música e da arquitetura. Para percebermos melhor a arquitetura, construímos algumas casas alentejanas a três dimensões, e ainda fizemos uma escola e uma igreja. Todos os trabalhos realizados por todas as valências, bem como os objetos partilhados pelas famílias ficaram expostos ao longo do colégio, de forma a que toda a comunidade educativa pudesse visitar a exposição.

Como um dos objetos que mais define o nosso país é o tão famoso Galo de Barcelos, depois de lermos o conto que deu origem a este objeto, cada criança decorou o seu Galo de Barcelos.

    

A equipa de sala

 

2 de abril de 2015

Páscoa na sala amarela

 

Durante a época festiva da Páscoa realizámos algumas atividades referentes a esta data.  Em sala, fizemos um trabalho com ovos de Páscoa, utilizando materiais de desperdício. Foi muito interessante colar os recortes das revistas para fazer o ovo e tentar encontrar a imagem que foi recortada. 

Durante este período de pausa letiva surgiu a ideia de trazermos as nossas bicicletas para o colégio, para desfrutarmos de um momento desportivo diferente e partilhado com todos os nossos amigos do pré-escolar. Foi um momento bastante divertido!

    

A equipa de sala

 

Fevereiro de 2015

Esculturas inspiradas em Land Art

 

Na sexta-feira, dia 20 de fevereiro fizemos um passeio pelo colégio com o objetivo de recolheremos alguns elementos da natureza (paus, bolotas, folhas, pedras, flores…) para fazermos esculturas baseadas em Land Art.

 “A Land Art, também conhecida como Earth Art ou Earthwork é o tipo de arte em que o terreno natural, em vez de prover o ambiente para uma obra de arte, é ele próprio trabalhado de modo a integrar-se à obra. (…) É um tipo de arte que, por suas características, não é possível expor em museus ou galerias (a não ser por meio de fotografias). Devido às muitas dificuldades de colocar-se em prática os esquemas de land art, suas obras muitas vezes não vão além do estágio de projeto. Assim, a afinidade com a arte conceitual é mais do que apenas aparente.

De entre as obras de land art que foram efetivamente realizadas, a mais conhecida talvez seja a Plataforma Espiral (Spiral Jetty), de Robert Smithson (1970), construída no Grande Lago Salgado, em Utah, nos Estados Unidos.”

Após termos feito a recolha dos elementos, levámo-los para um local do exterior com areia de modo a pudermos realizar as nossas esculturas. Com a ajuda de todos, tivemos um resultado final que nos agradou bastante e ficou a promessa de que quando houver mais flores pelo colégio iremos fazer novas esculturas. Com certeza, que irão ficar bem mais coloridas!

    

A equipa de sala

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