Colégio do Centeio

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Novembro de 2014

São Martinho

 

No dia 10 de novembro, pela manhã, o grupo de auxiliares de ação educativa apresentou o Teatro da “Lenda de São Martinho” a todas as valências do Colégio. O teatro foi realizado com sombras chinesas e, como não podia deixar de ser entrou o nosso conhecido cavaleiro romano, o Martinho, pela sua boa ação para com o mendigo que encontrou quase sem roupa à beira da estrada. Esta lenda prevaleceu até aos dias de hoje e, quase como para não nos esquecermos da boa ação do soldado Martinho, todos os anos temos durante o mês de novembro, pelo menos três dias de sol. O tão conhecido Verão de S. Martinho.

No final da tarde do dia 11, tínhamos marcado um lanche convívio com crianças, famílias e a equipa do colégio, contudo por motivos meteorológicos adversos, não nos foi permitido a realização deste momento.

No entanto, para não deixarmos de assinalarmos esta data, no lanche da tarde foi proporcionado um momento de convívio entre todas as valências do Colégio. Para o lanche tivemos algumas iguarias que alguns pais nos trouxeram e ainda comemos alguns bolos caseiros, batatas doces assadas, entre outras coisas confecionadas pela nossa empresa de alimentação, a Eurest. Também cantámos, em conjunto, algumas canções relacionadas com o outono, o magusto e as castanhas que a professora de educação musical ensinou nas últimas aulas. Tivemos assim, um lanche muito agradável no qual todas as valências tiveram a oportunidade de celebrar o Magusto.

  

A equipa de sala

 

Outubro de 2014

Projeto “Os Cavalos”

 

Durante o mês de novembro a sala amarela desenvolveu um projeto intitulado “os cavalos”. Este projeto surgiu na sala proposto por uma das crianças do grupo da tarde, o João Monteiro e, foi também desenvolvido só por estas crianças, embora tenha sido proposto um trabalho ao grupo de crianças mais novas. Este trabalho de parceria, foi iniciado pelas crianças mais velhas e foi proposto às mais novas que colassem corretamente num cartão as partes que constituem o cavalo, nomeadamente, as patas, a cabeça e a cauda.

 

Quando iniciámos o projeto, as crianças já sabiam que…

 

Quando alguma pessoa precisar de andar a cavalo tem de pôr a cela. Carolina

Sai baba da boca do cavalo. Afonso

Come relva. Guilherme

Também pode comer ração, cenouras… João M.

… maçãs. Mariana

Quando eles têm donos e perdem os donos, eles vão à procura. Bernardo

Eles podem levar uma vacina, se eles se perderem, os polícias podem encontra-los e esfregam na barriga a ver quem é o dono. João M.

Sei os nomes dos cavalos a andar:

- passo: é o cavalo a andar devagar;

- trote: é um bocadinho mais rápido;

- galope: ainda é mais rápido;

Galope à carga: é super rápido. Eduardo

Eu sei o nome dum cavalo… é o Verde. Santiago

Eu sei duas raças… árabe e lusitano. João M.

Para nós andarmos temos de pôr uma coisa no cavalo… a cela. Matilde

Eles correm muito rápido. Às vezes podem andar de marcha atrás. Mariana

Eles têm umas bossas. Gonçalo E.

É só os camelos. Guilherme

Eles comem palha. Afonso

Eles para correrem rápido têm de pôr umas coisas. Bernardo

Ferraduras. João M.

Eu sei o nome duma égua… Tangerina. Eu ando a ter aulas em cima dela e é por isso que eu sei o nome. Eduardo

 

 

O que queremos saber…

Como é que os cavalos correm tão rápido?

Como é que eles sabem quando os donos chegam?

Como é que eles têm filhos?

E como é que nascem?

Quais são os desportos que se fazem com os cavalos?

O que é que eles comem?

Onde procurar…

À internet.

Ao Google.

Aos livros.

No tablet.

 

No decorrer do projeto descobrimos muitas coisas acerca deste animal tão adorado. E, queremos agradecer a ajuda preciosa de algumas crianças da sala, que nos trouxeram livros, ferraduras, ração, feno e ainda à Margarida, a nossa aluna estagiária que também nos deu uma grande apoio. Fomos apresentar o nosso projeto à sala lilás e, descobrimos que na sala lilás uma das crianças gosta muito de cavalos, tal como algumas crianças da sala amarela!

      

 A equipa de sala

Outubro de 2014

Arte com café

 

Ainda a propósito da comemoração do Dia da Alimentação, estivemos a fazer algumas pinturas com aguadas de café e de alguns chás. 

A ideia para fazermos este tipo de produções veio de uma visita feita pela Sónia, à Casa da Avenida, em Setúbal, onde está patente uma exposição do artista plástico austríaco Aloís Oberndorfer, com quase 200 quadros.

O Aloís usa nas suas obras materiais de baixo custo, tais como revistas, tecidos, desenhos de arquitetura, entre outros e pinta com diferentes tipos de materiais, como por exemplo, tinta de choco, chá ou café. Foi a partir desta ideia que propusemos às crianças da sala amarela que realizassem algumas pinturas com utilização de aguadas de chá e de café. No entanto, as aguadas de chá que fizemos não resultaram muito bem e as produções foram na sua maioria feitas a partir da aguada de café.

Esta casa particular, que neste momento é uma galeria de arte/museu, tem sempre patente várias exposição, como tal deixamos o convite para a visitarem. 

A Casa da Avenida é um lugar e um projecto.

A sua dimensão e características fazem dela um espaço privilegiado de produção e difusão artística.

Localizada em Setúbal, na Luísa Todi, a Casa da Avenida, com a sua traça pombalina e a varanda virada para o rio, convida a pensar para que serve uma casa como esta e propõe-se muitas serventias: divulgar novos e velhos artistas, ser palco de manifestações, realizar espetáculos, fazer festas, receber visitas, ouvir música, dizer poesia…

A Casa da Avenida é agora o espaço dos que lá nasceram e cresceram e de quem a ela hoje chega para a visitar, conversar, trabalhar, criar e, se for o caso, poder descansar.

     

A equipa de sala

outubro de 2014

Dia da Alimentação

No dia 16 de outubro comemorou-se o dia mundial da Alimentação e do Pão. Como tal, iniciámos a nossa manhã a falar um pouco acerca do que é ter uma alimentação saudável e quais são os alimentos menos saudáveis que devemos evitar. 

Como forma de assinalar esta data comemorativa, a Eurest está a disponibilizar um e-book cheio de receitas saudáveis que assinala a implementação e consolidação de três grandes projetos idealizados pela Empresa: Choose Beans, Choose Veg e Aproveitamento Integral de Alimentos. Estes projetos, já premiados nos Nutrition Awards e Green Projects Awards, destacam os vários benefícios do consumo de vegetais, de leguminosas e da utilização dos alimentos na sua totalidade (talos, cascas, sementes), não só para a saúde, como também em termos ambientais e económicos. O endereço onde poderão encontrar este e-book é o seguinte: https://drive.google.com/file/d/0B8AWjICDI3rtUkZvUnhsNVk2WjQ/view. Fica a proposta de o consultarem e de confecionarem algumas das suas sugestões saudáveis. 

Prosseguimos a manhã, fazendo um pequeno passeio no exterior do Colégio, com o objetivo de procurar no exterior frutos desta época. Conseguimos encontrar alguns, tais como: medronhos, romãs, tanjas, limões e ainda alguns figos. De forma a dar continuidade a esta atividade, pedimos a contribuição dos pais com mais frutos de outono e, na segunda-feira seguinte, provámos os frutos de olhos vendados para tentar adivinhar qual era e ainda confecionámos uma deliciosa salada de frutas para comermos ao almoço.

      

A equipa de sala

 

Setembro 2014

“Quando a mãe grita”

 

“Quando a mãe grita” é um pequeno livro da autoria de Jutta Bauer, editado pela Gatafunho.  

“Este livro caracteriza-se pelo seu formato reduzido, pela simplicidade quase rudimentar da ilustração e pela condensação da componente verbal, reduzida ao essencial. Contudo, este aparente despojamento da publicação está ao serviço de uma metáfora particularmente forte e expressiva, ligada ao restabelecimento de laços afetivos entre mãe e filho, momentaneamente quebrados no momento em que a mãe gritou e prontamente restabelecidos depois de um pedido de desculpas. Pondo em evidência a fragilidade dos afetos, mas também a sua centralidade no mundo familiar, o livro de Jutta Bauer parece dar voz (e também vida e luz) a sentimentos indizíveis mas profundamente universais.”

Transportámos estes laços existentes entre mães e filhos para ao laços que vamos criando, ao longo do ano letivo, entre adultos e crianças na sala amarela e, não quisemos deixar de registar esta leitura em forma de desenho/pintura. Decidimos ainda fazer a produção com um trabalho de parceria entre as crianças mais velhas da sala (desenho e pintura) e os mais novos (colagem).

 

A equipa de sala

 

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