Colégio do Centeio

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Outubro de 2017

“Pão-por-Deus”

 

No dia 31 de outubro, as salas de ensino pré-escolar em conjunto com as salas de creche, 1º ciclo, 2º ciclo e CATL celebraram o Pão-por-Deus.

Para celebrarmos esta antiga tradição do nosso país e nos envolvermos num espírito de partilha, tal como era feito à muitos anos atrás, a sala amarela fez uma partilha com a sala do 3º ano. Este ano decidimos fazer algumas rimas divertidas com os nomes das crianças que frequentam o 3º ano. Começámos por ir em grupo copiar para um papel os nomes e depois começámos a criar as rimas. Cada criança da sala pode ainda ilustrar as rimas encontradas. No dia em que fomos levar o que tínhamos para partilhar, eu li as rimas e como todos sabiam as palavras que rimavam de cor, as crianças foram ajudando a dizer as rimas.

Por sua vez, a sala do 3º ano também tinha algo para nos oferecer: um linda coroa de outono e ainda um trabalho para fazermos em sala. Este trabalho que nos foi proposto é um acróstico com a palavra outono. Foi muito divertido encontrarmos as palavras para completarmos o acróstico!

Adorámos fazer esta troca com o 3º ano e assim comemorar e relembrar esta tradição tão antiga. 

     

A equipa de sala

 

Outubro de 2017

“Este ALCE é MEU”

 

A sala Amarela durante este ano letivo vai fazer algumas parcerias com a sala azul durante o período da tarde. Durante uma semana que trabalhámos em conjunto no mês de outubro as crianças propuseram fazermos um teatro baseado na história de um livro que tinha sido lido recentemente lido em sala e tem como título “Este Alce é Meu”.

“Este Alce é Meu” é um livro da autoria de Oliver Jeffers que em 2012 recebeu o prémio para Melhor Livro na Categoria Júnior do Irish Book Awards 2012. O autor “… conta-nos a atribulada história da amizade entre um rapaz e um alce, fazendo-nos pensar no que significa ser dono de alguém ou de alguma coisa (e se alguma vez chegamos a sê-lo). Com as suas cativantes ilustrações, a par das majestosas paisagens de fundo do pintor sérvio Alexander Dzigurski, Jeffers surpreende-nos uma vez mais pela versatilidade artística e narrativa.”

Para a realização do teatro começámos por, em grupo, decidir quem iam ser as personagens. De seguida, combinámos quais eram os elementos da natureza que íamos desenhar e pintar para servirem de cenário. Ainda pedimos a alguns pais para nos ajudarem com alguns fatos e adereços. Depois de todo este trabalho estar finalizado, passámos aos ensaios. E, por fim convidámos todas as crianças das três salas de pré-escolar e as crianças da sala lilás para assistirem ao nosso teatro “Este Alce é Meu”.

Foi muito gratificante fazermos essa peça, pois assim as crianças tiveram a noção do que precisamos para realizar um teatro e ainda trabalhámos a expressão dramática.

     

A equipa de sala

Setembro de 2017

Sopa de Abóbora

 

Numa das primeiras visitas ao exterior que fizemos este ano, com o objetivo de mostrar este espaço às novas crianças que estão na sala, visitámos a Quintinha Pedagógica e a horta. Na horta descobrimos que as abóboras que tínhamos semeado na primavera estavam maduras e prontas a serem colhidas.

Em grupo, conversámos sobre este fruto, pois a abóbora é o fruto da abobreira e, vimos que se podem confecionar muitas iguarias com elas. Surgiram algumas ideias, entre elas fazer uma sopa de abóbora. De modo a que a sopa ficasse mais rica, pedimos às crianças que contribuíssem com mais alguns legumes. Depois, numa manhã, com o contributo de todos confecionámos uma deliciosa sopa de abóbora manteiga que comemos ao almoço.

Com o grupo da tarde, fizemos ainda trabalho de texto com o registo escrito da receita da sopa de abóbora e vimos que a palavra “abóbora” começa com a letra “a”. Assim, fomos à procura de outras palavras que conhecemos que começam igualmente por esta letra… descobrimos muitas e fizemos o registo.

 

     

A equipa de sala

 

Setembro de 2017

Os girassóis de Van Gogh

 

Um dos mapas que introduzimos no início do mês de outubro foi o diário de grupo. De acordo com Fátima Vieira) “o diário de turma constitui um instrumento para a consciencialização de situações de interação social diversificada entre crianças e destas com os adultos”. 

Este instrumento de trabalho é preenchido ao longo da semana, de acordo com os pedidos das crianças ou pelo adulto (educadora, auxiliar, outros profissionais de educação, família), quando este tem algum acontecimento que lá queira colocar.

O diário de grupo que estamos a utilizar na sala Amarela é composto por três colunas: “Gostámos”, “Não Gostámos” e “Queremos Fazer”. Nas duas primeiras colunas (gostámos e não gostámos) deste instrumento “assenta o balanço sociomoral da vida semanal do grupo o que permite, pelo debate que proporciona, uma clarificação funcional de valores” (Júlia Formosinho) e a terceira (queremos fazer) permite ao grupo fazer “...uma participação no planeamento organizacional e pedagógico” (Folque). 

Foi na coluna “queremos fazer” do diário que uma criança propôs fazer um “concurso de desenho”. Assim, propus ao grupo da tarde que realizassem esta atividade com uma reprodução de uma obra de um artista plástico muito conhecido: Vincent van Gogh. E, os resultados foram tão bons, que decidimos expô-los para que todos os possam apreciar.

 

   

A equipa de sala

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