Colégio do Centeio

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Abril de 2016

Semana do livro no colégio...

 

Durante a semana de 18 a 23 de abril comemorámos no Colégio a SEMANA DO LIVRO, pois no dia 23 de abril é o dia internacional do livro. De entre todas as atividades que realizámos nesta semana, vamos destacar algumas para vos falar.

A sala Laranja iniciou com a atividade “LIVROS À SOLTA”. Em alguns espaços interiores do colégio, fomos à descoberta dos livros que por aqui andaram à solta! Encontrámos os livros: “Lobo grande, lobo pequeno”, “Eu não fui!”, “Orelhas de borboleta” e “O Meu Livro”. Destas quatro leituras ouvidas e depois da proposta de fazerem o desenho da história que tinham gostado mais, organizámos os dados e descobrimos que “Eu não fui!” foi a história que reuniu mais apreciadores.

 Seguiu-se a apresentação do livro “I spy mith my litlle eye” pelos alunos do 4º ano, o 3º ano apresentou o livro “My house is a squash and a squeeze”. Esta apresentação, apesar de ser a partir de uma história em inglês foi muito fácil de perceber, pois os alunos apresentaram o teatro através de movimento e também tinham máscaras.

No final da semana, as educadoras do pré-escolar, em conjunto com as alunas estagiárias apresentaram um teatro interativo, intitulado “A mosca Fosca”. Esta história conta a aventura de uma mosca que decide fazer um belo bolo de framboesa e convidar alguns animais da floresta para virem lanchar com ela. Foi muito divertido ver todos sentados à mesa da casa da Mosca Fosca, mas no final ninguém comeu o bolo, pois apareceu o Urso Lambeiro, que de uma só dentado comeu o bolo inteiro!

Logo na segunda-feira, já tinha sido a vez dos meninos mais velhos da sala Laranja fazerem uma visita à sala do 1º ano e escutarem a leitura de um conto muito especial feito por alguns alunos desta sala. Esta visita foi muito importante para as crianças que vão transitar para o 1º ciclo iniciarem um contato com esta valência. Conheceram a sala, colocaram algumas questões aos alunos e professora do 1ºano e mais tarde explicaram aos restantes amigos da sala como tinha sido a visita.

No sábado, dia 23 de abril houve a apresentação do livro “O leão que perdeu a juba”. A autora Cláudia Pinto Praça veio ao colégio apresentar este seu livro com uma sessão onde todos puderam aprender algumas posições de yoga.

 

    

A equipa de sala

Abril de 2016

À descoberta das flores silvestres...

 

Numa tarde do início do mês de abril e porque a Primavera já chegou, apesar de ainda parecer tímida, estava muito calor e apetecia estar na rua, observar e brincar com a natureza. Então, enquanto os amigos mais novos dormiam a sesta, nós fomos em conjunto com todas as outras salas do pré-escolar à procura das flores silvestres que existem no espaço exterior do nosso colégio.

Através de uma série de adivinhas e com recurso ao nosso caderninho naturalista, recolhemos cinco espécies diferentes de flores. Deixamos-vos aqui as pistas que nos guiaram até às mesmas, para ver se também vocês conseguem descobrir a que flor se refere cada uma delas:

Sou uma flor de cor amarela,

Que as sementes gostas de soprar.

Onde será que me vais encontrar?

E o meu nome terás que adivinhar.

 

Sou uma flor que tu gostas de comer,

Um bocadinho azeda de sabor.

Será que tenho odor?

Então vai-me colher!

 

O meu pólen as abelhas gostam de comer.

Tenho uma linda cor

E um cheiro de invejar

Numa subida me vais encontrar.

 

Sou uma erva boa de cheirar,

Tenho folhas verdes e flores azuis

Junto da estufa me podes encontrar

Então vai-me lá apanhar!

 

Branco é a minha cor

Sou uma flor pequenina

Comigo podes fazer um belo chá

E deliciar-te com os meus sabores.

Uns dias depois, voltámos ao campo mas desta vez com todos os amigos da Sala Laranja, quem já tinha feito a saída de campo ajudou os amigos que ainda não tinham participado a desvendar as adivinhas, depois colámos as respetivas flores nos nossos cadernos naturalistas…

    

A equipa de sala

Fevereiro de 2016

Projeto “ Os dentes” – Visita da mãe do Vasco

 

Na quinta-feira, dia 18 de fevereiro, no âmbito de um projeto, com a temática dos dentes, que foi proposto pelo Francisco, durante o trabalho realizado à tarde, a Vanda, mãe do Vasco veio à nossa sala.

A ideia de convidar a Vanda a vir à sala, surgiu porque o Vasco, sabendo que a profissão da mãe é dentista, sugeriu que ela viesse esclarecer as dúvidas que surgiram no início da realização do projeto. 

Tal como os outros projetos, começámos por questionar o grupo acerca…

O que sabemos…

Temos de escovar bem os dentes. Joana

Se não as bactérias estragam os dentes. Guilherme

Os bichos podem comer os nossos dentes. Gonçalo

Não! Os nossos dentes são muito duros. Francisco M.

As bactérias passam de uma boca para a outra. Vasco

Os dentes caem. Gonçalo

Eu sei o que à dentro dos dentes… a coroa e o tronco. Luísa

A minha mãe foi ao dentista e temos de lavar bem os dentinhos, se não ficam todos sujos. Mariana

Se não lavarmos os dentes eles ficam podres. Maria Rita

A minha mana tinha dentes tortos e teve de usar aparelho. Guilherme

 

O que queremos saber…

Como é que os dentes caem?

Como é que os dentes nascem?

Como é que nascem dentes maiores?

Como é que os dentes se agarram?

 

Onde procurar…

Pedir à mãe do Vasco para vir à sala;

Pesquisar no computador;

No facebook;

Ver no livro dos dentes.

 

A partir do que as crianças queriam saber, a Vanda elaborou alguns cartazes, de modo a poder explicar e esclarecer as dúvidas que surgiram no grupo. Depois de ficarem a saber “tudo”, foi hora de explorar alguns materiais que a Vanda trouxe, tais como escovas, dentes, objetos de dentista, entre outros. Esta parte foi a mais divertida!

No final da sua visita, ainda houve direito a diplomas e a um autocolante.

Obrigada à Vanda, por esta tarde tão diferente e interessante… é sempre muito bom puder contar com a presença dos pais na sala amarela!

     

A equipa de sala

Fevereiro de 2016

Histórias recontadas

 

Há algumas semanas começou a gerar-se alguma confusão no momento em que nos reunimos no tapete depois de almoço, cada dia que passava mais e mais amigos pediam para contar uma história que escolhiam nos livros da nossa biblioteca.

Surgiu então a necessidade de instituir uma ordem, neste caso a ordem alfabética, para que todos pudéssemos “ler” uma história aos amigos. Algumas histórias têm sido mais populares que outras, mas como já conhecemos bem quase todos os livros da nossa biblioteca, tem sido comum alguém emendar o “narrador” e ouvir-se logo de seguida um amigo muito indignado dizer: “deixa-o/a falar, ele/a está a contar à maneira dele/a”. 

Nós não estamos verdadeiramente a ler, mas estamos a antecipar o conteúdo da mensagem contida no livro e a imitar alguns comportamentos que vemos nos mais crescidos que já leem fluentemente. Apesar de ainda não sabermos ler, já nos apropriámos de vários aspetos importantes para a emergência da leitura. Por exemplo, já sabemos como segurar um livro e mudar as suas páginas, utilizamos o nosso dedo para seguir as letras da esquerda para a direita e empregamos diferentes entoações e posturas de acordo com a mensagem que estamos a transmitir.

“As histórias lidas ou contadas pelo educador, recontadas e inventadas pelas crianças, de memória ou a partir de imagens, são um meio de abordar o texto narrativo que, para além de outras formas de exploração, noutros domínios de expressão, suscitam o desejo de aprender a ler.”

In Orientações Curriculares Para a Educação Pré-Escolar

    

A equipa de sala

Fevereiro de 2016

As cores primárias...

 

No início do mês de fevereiro explorámos a atividade “Mistura de Cores”. Começámos por ouvir a história “Onde Acaba o Arco-íris?”, que personifica as cores primárias, Azul, Amarelo e Encarnado, como três amigos a brincar num dia de chuva que se misturam e acabam por descobrir novas cores, ganhando assim três novos amigos o Verde, o Laranja e o Roxo…

Colocámos então as “mãos na massa”, neste caso na tinta, e pintámos uma mão com a cor que escolhemos, fizemos o seu decalque e depois demos um aperto de mão ao amigo e voltámos a fazer o decalque com a cor resultante. Com isto sentimos a textura do pincel que era macio e fazia algumas cocegas, a tinta que era fria e escorregadia, mas também experimentámos o contacto físico com os nossos colegas através do toque das mãos.

No registo utilizámos os símbolos matemáticos de “mais” e “igual” que quase todos conhecíamos, mas que só alguns utilizam já com alguma destreza. Assim tivemos oportunidade de os aplicar num contexto específico. Ainda escrevemos o nome das cores e fizemos várias correspondências entre as cores e os seus nomes.

     

A equipa de sala

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